Cozinhas Profissionais. Treinamento certo para o equipamento certo. ~ Forno, Fogão e Cia Consultoria Gastronômica Chiarini Culinary Consultants Brasil

07/07/2016

Cozinhas Profissionais. Treinamento certo para o equipamento certo.


Investir corretamente no projeto de sua cozinha profissional, envolve muito mais do que a compra dos equipamentos, infraestrutura física e estoques, é necessário ter em mente que se sua equipe não estiver bem treinada e ajustada a todo este investimento, ele pode se tornar um grande elefante branco que não rende o necessário para recuperar o capital.

O mais comum é encontrar nos novos empreendedores uma grande vontade de alcançar os objetivos e continuar investindo para obter sucesso nos seus novos negócios, não é diferente na gastronomia, aliás, segundo dados da FIESP - Federação das Industrias do Estado de São Paulo, o setor deu um salto de crescimento gigantesco no teor de 40% nos últimos dois anos, o que representa forte tendência de geração de empregos e alavancamento da economia, se comparado a outros setores.

Os investimentos gerados nesta área, giram em torno da grande indústria que envolve fabricantes nacionais e estrangeiros para o setor de maquinário, bem como, o setor de insumos que movimenta a gastronomia em direção a estabilidade com vistas ao crescimento estruturado. Além disso, a gastronomia também é responsável pela entrada de novos profissionais vindos da educação tecnológica proporcionada pelas instituições de ensino, que nos últimos dez anos fizeram uma revolução e investiram em cursos profissionalizantes com diploma universitário e preparam esses estudantes para ingressar no mercado de trabalho.

Porém, boa parte do setor enfrenta certa dificuldade quanto ao preparo de profissionais para a operação em si, devido a falta de treinamentos específicos para os equipamentos que eles vão encontrar nas cozinhas, isso prejudica o setor e desestimula investidores que esperam ter resultados a médio e longo prazo, cobrindo o teor do valor investido.

Treinar pessoas é uma tarefa que exige paciência, tempo e investimento que nem todo o novo empreendedor tem ou quer ter, mas, será necessário respirar fundo e pensar no retorno acontecendo no tempo previsto no plano de negócios, afinal, não se compra um equipamento que pode custar o valor de um carro zero, para que ele fique parado ou não renda em sua capacidade máxima.

Empresas fabricantes do setor de maquinário tem ofertado treinamento básico para operar esses equipamentos, no entanto, é preciso ir além e pensar que não bastará saber apertar botões se o objetivo for extrair o máximo de sua capacidade de produção, para isso, o treinamento necessita ser mais completo, envolvendo parâmetros de confecção de cardápio, estoque, controles de armazenamento e produção, metodologia de segurança alimentar e manipulação correta dos alimentos entre outros pontos de interesse, que vão ao encontro do objetivo maior de obter lucro.

Há equipamentos capazes de produzir a partir de um operador treinado mais de 350 refeições sozinho, mas, este operador de máquinas, não é simplesmente um "apertador de botões", ele ou ela, é um profissional treinado para manipular alimentos, produtos e insumos corretamente, tirando deles o máximo de proveito e, destinando ao equipamento sua real posição de coadjuvante de extrema relevância, mas que, sem sua intervenção direta, nada seria possível.

Nos atuais projetos de cozinha, é possível conseguir resultados interessantes em matéria de produção, usando espaços físicos bem pequenos que são compensados por toda a tecnologia embarcada nesses equipamentos, muitos deles compactos ao ponto de caber em 1 metro quadrado, algo impensável a menos de 15 anos atrás.

Onde haviam limitações de produção por causa de espaço físico no passado, surgem soluções tecnológicas que viabilizam uma produção 3 ou 4 vezes maior do que se obtinha, além da diminuição da necessidade de se ter brigadas gigantescas com até 21 ou mais figuras trabalhando no mesmo espaço, reduções importantes para a qualidade do trabalho também vieram da tecnologia embarcada nesses equipamentos, uma cozinha profissional tradicional, pode chegar até 55°C de calor com seus equipamentos funcionando, isso provoca na brigada certo desânimo, pois, ficar exposto a essas temperaturas por mais tempo do que o necessário causará problemas de saúde, além do aumento de custos com implicações trabalhistas para a empresa.

Equipamentos modernos emitem bem menos calor e são resguardados por sistemas de programação que podem corrigir essa emissão, alguns deles são tão completos que ainda convertem resíduos como vapor em energia e contribuem ainda mais para a economia de recursos da empresa e também do meio ambiente, por isso, treinar auxiliares, cozinheiros e chefs tem se tornado primordial para chegar-se a esses objetivos, gerando sustentabilidade.

Nossa consultoria é especializada em treinar esses profissionais e prepara-los para enfrentar esses novos desafios que o mercado propõe, temos em nossa grade de cursos, os treinamentos IN COMPANY que proporcionam ao empreendedor e aos profissionais, a possibilidade de se engajarem com essas novas tecnologias sem sair de seu ambiente de trabalho, o que viabiliza mais um ponto de economia para ambos os lados, além da qualidade do treinamento que se torna imprescindível para uma produção viável e o melhor, usando o investimento da empresa nessas tecnologias.

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